A luz solar é o motor principal que impulsiona a floração exuberante e o crescimento compacto da margarida-australiana em qualquer jardim. Para que ela atinja o seu potencial máximo, necessita de uma exposição solar direta durante pelo menos seis horas por dia. A falta de luz adequada resulta muitas vezes em caules excessivamente longos, frágeis e com uma floração muito pobre ou inexistente. Garantir o posicionamento correto é, portanto, o primeiro passo para um cultivo de sucesso duradouro e visualmente gratificante.

Em regiões com verões extremamente quentes e áridos, uma sombra ligeira durante as horas de maior calor pode ser benéfica. Este abrigo parcial evita que as flores delicadas queimem e que a planta entre num estado de stress hídrico severo. No entanto, é crucial que a sombra não seja total, pois a margarida-australiana não se adapta bem a locais escuros ou sombreados. O equilíbrio perfeito é aquele que oferece luminosidade intensa sem o castigo do sol escaldante do meio-dia nas zonas tropicais.

A qualidade da luz influencia diretamente a intensidade das cores das pétalas, tornando-as mais vibrantes em ambientes bem iluminados. Se notar que a sua planta está a ficar “pernalta”, ou seja, com grandes espaços entre as folhas, mova-a para um local mais ensolarado. A luz também desempenha um papel na secagem rápida da folhagem após a chuva, o que previne doenças fúngicas indesejadas. Ao planear o seu canteiro, coloque as margaridas-australianas na linha da frente para que não sejam sombreadas por plantas maiores.